A musa Anna Chapman, espiã russa, posou de lingerie para a revista Maxim, nas fotos mais provocativas já feitas pela agente secreta desde quando foi deportada dos Estados Unidos em julho.
Uma foto colocada no site www.maximonline.ru mostra a ruiva Chapman vestida com uma cinta-liga preta, uma calcinha de renda e empunhando uma pistola.
“Anna Chapman fez mais para estimular o patriotismo russo do que a seleção nacional russa”, escreveu a revista sobre a espiã, que foi deportada pelos EUA junto com outros nove espiões.
Algumas fotos e um vídeo da jovem foram divulgados no site da Maxim, no qual ela se exibe com roupas íntimas vermelhas, pretas e laranja, sempre com uma pistola de grosso calibre à mão. A revista estará nas bancas nesta quinta-feira, reproduzindo uma entrevista com a “agente 90-60-90″.
“Não é um sonho! A espiã russa não apenas tirou a roupa para a Maxim, como também quebrou seu voto de silêncio para falar dos homens, de flerte e projetos de vida”, escreveu a Maxim em seu site.
“Anna fez mais para despertar o patriotismo russo do que nossa equipe de futebol e o míssil (nuclear estratégico que registrou vários fracassos no lançamento) Boulava reunidos”, afirma.
Uma outra iniciativa comercial apresenta a ex-espiã no iPhone no aplicativo “Jogar pôquer com Anna Chapman”.
Em sua página no Facebook, ela promete “fotos quentes”.
Usando minivestidos ou roupas de couro, ela aparece com uma arma automática do tipo kalachnikov.
O Kremlin aproveitou os aspectos de Guerra Fria do caso para prestigiar seu setor de inteligência e evitar prejuízos no que foi amplamente visto como uma grande vergonha para o Serviço de Inteligência Externa (SVR) da Rússia, agência sucessora da KGB.
Embora celebrado pelo Kremlin e pela imprensa russa, o círculo de espiões russos não conseguiu assegurar nenhuma façanha de inteligência antes das prisões nos Estados Unidos.
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